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terça-feira, 26 de maio de 2015

Hoje a aula de Ciências é no Observatório Astronômico do Magno!

Como entender a origem do Sistema Solar e da Terra sem olhar para as estrelas ou chegar bem perto da Lua? Ao cair da noite, os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II foram ao Observatório Astronômico do Magno para entender Ciências na prática e fazer uma verdadeira viagem intergaláctica. Haja curiosidade!
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Na conversa com o astrônomo Rafael Santucci, a turma descobriu que uma estrela leva “centenas de milhares” de anos para nascer, que a nossa galáxia pode ter formato espiral e que as estrelas azuis são mais quentes que as vermelhas. Enfim, o céu, definitivamente não é o limite!
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          Mesmo com o céu “fechado”, sem a possibilidade de observação, a turma não perdeu a viagem, bombardeou o astrônomo com perguntas e, claro, quis conhecer de perto um telescópio de alta potência. 
       O Observatório Astronômico da Escola é um espaço pedagógico usado por alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio para complementar os conteúdos e desde que entrou em funcionamento, em 1997, já permitiu a realização de centenas de estudos em todas as disciplinas, que vão da observação de Marte ao estudo do mapa celeste inscrito na bandeira do Brasil. Em 2014, o Observatório ganhou uma distinção muito importante: foi catalogado pela OBA – Olimpíadas Brasileira de Astronomia e Astronáutica na categoria Observatório, como uma instituição brasileira preparada para oferecer orientação a quem deseja se aprofundar no tema.
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terça-feira, 19 de maio de 2015

Astrônomos localizam galáxia mais distante já encontrada

EGS-zs8-1 fica a cerca de 13,1 bilhões de anos-luz da Terra.
Vista pelo Hubble, só agora galáxia teve localização identificada.

Foto feita pelo telescópio Hubble em 2013 mostra a galáxia EGS-zs8-1, a mais distante da Terra, a 13,1 bilhões de anos-luz (Foto: Pascal Oesch e Ivelina Momcheva, NASA, European Space Agency via AP)

Foto feita pelo telescópio Hubble em 2013 mostra a galáxia EGS-zs8-1, a mais distante da Terra, a 13,1 bilhões de anos-luz (Foto: Pascal Oesch e Ivelina Momcheva, NASA, European Space Agency via AP)
Astrônomos avistaram a galáxia mais distante já encontrada no universo e ela se parece com uma massa brilhante de estrelas azuis a cerca de 13,1 bilhões de anos-luz da Terra.
A galáxia, chamada EGS-zs8-1, "é um dos objetos mais brilhantes e de maior massa no universo primordial", de acordo com um comunicado da Universidade de Yale.
Os detalhes da descoberta foram publicados na terça-feira (5) pela revista Astrophysical Journal Letters.
Calcular sua distância exata da Terra foi possível graças a um instrumento chamado MOSFIRE no telescópio de 10 metros de diâmetro no Observatório WM Keck no Havaí, disseram os pesquisadores.
A galáxia já havia sido vislumbrada em imagens dos telescópios espaciais Hubble e Spitzer da Nasa, mas sua localização era desconhecida.
Astrônomos de Yale e da Universidade da Califórnia em Santa Cruz disseram que a EGS- zs8-1 ainda está formando estrelas rapidamente, a uma taxa 80 vezes maior que a da nossa galáxia, a Via Láctea.

terça-feira, 12 de maio de 2015

  • Imagem divulgada pela Nasa (agência espacial americana) registra pontos luminosos no planeta anão Ceres, em fotos feitas pela sonda Dawn
    Imagem divulgada pela Nasa (agência espacial americana) registra pontos luminosos no planeta anão Ceres, em fotos feitas pela sonda Dawn
Os misteriosos pontos brilhantes no planeta anão Ceres estão de volta.
A sonda Dawn, da Nasa, chegou a este pequeno mundo em 6 de março e, agora, está se instalando em sua primeira órbita, a cerca de 13,5 mil quilômetros de sua superfície.A aproximação da sonda foi feita pela parte de trás de Ceres, por seu lado "noturno", o que ocultou os pontos luminosos de seu sistema de câmeras e de instrumentos de detecção remota.

Mas, a cada dia que passa, uma porção cada vez maior do solo iluminado pelo Sol pode ser vista por Dawn, o que inclui um de seus aspectos mais enigmáticos.
Uma nova sequência de imagens foi feita há uma semana, quando a sonda ainda estava a 22 mil quilômetros da superfície.
E ela mostra claramente um ponto mais brilhante em meio à paisagem escura.

Hipóteses

A equipe científica da missão da agência espacial americana se refere a ele como região cinco ou ponto cinco.
Não se sabe ao certo por que estes pontos refletem a luz solar desta maneira, em comparação com seu entorno.Acredita-se que pode ser por causa da presença de gelo, mas o gelo não seria estável em planeta sem atmosfera.Outra hipótese é que seja sal, talvez deixado para trás depois que o gelo na superfície se evaporou.

Natureza distinta

O mais intrigante é que nem todos os pontos brilhantes de Ceres são da mesma natureza.
Outro ponto, conhecido como região um, é muito mais frio que o terreno que o rodeia, algo que não ocorre com o região cinco.
Chris Russell, pesquisador da missão, disse à BBC que o segredo pode estar na composição da superfície."Um material diferente neste ponto conduz calor de forma diferente em comparação com a outra área", afirmou.A sonda fará uma intensa observação a partir desta semana. Os resultados estarão disponíveis a partir de maio.Só então os cientistas poderão dizer com mais precisão o que de fato ocorre em Ceres e com seus pontos luminosos.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Fãs de "Guerra nas estrelas" colocam brinquedo em órbita..

Dois astrônomos amadores britânicos lançaram ao espaço uma réplica de uma espaçonave "X-Wing" do filme Guerra nas estrelas.
Usando um balão meterológico, Matt Kingsnorth e Phil St. Pier conseguiram levar a "X-Wing" a uma altura de 36 mil metros.
os dois britânicos demoraram 6 meses para preparar o projeto e gastaram cerca de R$ 6 mil.
Mas eles esperaram um retorno para lá de especial para o investimento: querem sensibilizar J.J. Abrams, o diretor do novo episódio de "Guerra nas Estrelas", e dar-lhes ingressos VIP para a estria do filme em Dezembro.
Mais informações no site: 
http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2015/04/27/fas-de-guerra-nas-estrelas-colocam-brinquedo-em-orbita.htm